Afinal, o quê é uma Assembleia Geral?


A Assembleia Geral é o órgão supremo da sociedade cooperativa, e as decisões tomadas pela maioria dos presentes em condição de votar são válidas a todos (favoráveis ou não) e também aos ausentes.
A Assembleia Geral Ordinária (AGO) ocorre obrigatoriamente uma vez por ano de acordo com o Art. 44 da Lei 5.764/71 até o fim do 3º mês após o encerramento do ano social da cooperativa, com exceção das cooperativas do ramo crédito, que devem realizar até o fim 4º mês de acordo com o Art. 17 da Lei Complementar 130/2009. Alguns dos assuntos tratados na AGO são: prestação de contas do exercício anterior; fixação de honorários e cédulas de presença dos Conselheiros e da Diretoria Executiva; destinação das sobras após dedução legal dos fundos obrigatórios (Fundo de Reserva e FATES); eleição para o Conselho de Administração e Conselho Fiscal; além de outros assuntos, desde que não sejam os exclusivos da Assembleia Geral Extraordinária. As tomadas de decisão precisam dos votos da maioria simples dos presentes em condição de votar.
Já a Assembleia Geral Extraordinária (AGE) acontece sempre que for necessário independentemente da época do ano e deverá ser convocada conforme o estatuto da cooperativa, lembrando que os assuntos acima relacionados devem ser discutidos na AGO, somente em casos excepcionais eles serão tratados na AGE. Como dito anteriormente existem alguns assuntos de exclusividade da AGE, são eles: reforma de estatuto; fusão, incorporação e desmembramento; mudança do objeto da sociedade; dissolução voluntária da sociedade e nomeação dos liquidantes; e contas do liquidante. Nesta assembleia é necessário o voto de 2/3 dos cooperados presentes para que a decisão seja validada.
Tanto na Assembleia Geral Ordinária quanto na Assembleia Geral Extraordinária são necessários 2/3 dos cooperados em condição de votar presentes em primeira chamada para instalação da Assembleia Geral, já em segunda chamada é preciso a maioria simples (50 % + 1), dos cooperados, na terceira e última chamada é necessário o número mínimo de 10 cooperados para instalação da Assembleia Geral.

Pré-Assembleia em Rolim de Moura


Ontem dia 09/03/2011 a SICOOB Credip realizou mais uma pré-assembleia, dessa vez em Rolim de Moura. A presença de 98 cooperados superou as expectativas, pois “apesar da forte chuva que caiu na região a Pré-assembleia em Rolim de Moura foi bastante produtiva, teve uma boa presença dos cooperados que participaram ativamente com discussões produtivas contribuindo para o bom andamento da reunião. Um ponto bastante comentado pelos cooperados foi o comparativo: bancos x cooperativas, especialmente no que diz respeito a resultados, e volume de recursos financeiros movimentados na cidade, além dos novos produtos que serão lançados como o cartão BNDES. Considero que o objetivo foi cumprido, mais uma vez foi feita uma prestação de contas transparente com resultados satisfatórios.” disse Junior(gerente do PAC em Rolim de Moura).
A SICOOB Credip agradece a presença de todos que estiveram presentes.
As fotos do evento podem ser vistas clicando aqui

A importância da mulher nas organizações cooperativas


Baseadas em valores de ajuda mútua, responsabilidade, igualdade e equidade, as cooperativas apresentam condições propícias à prática da igualdade econômica e profissional entre mulheres e homens. Mas será que estes valores são realmente aplicados na prática e no cotidiano destas organizações? E a mulher, será que ela tem se apropriado das oportunidades para desempenhar seu papel?
Ainda que as estatísticas sobre a participação da mulher nas cooperativas sejam escassas e restritas, é visível a evolução de sua atuação no ambiente cooperativista. Seja como colaboradora de empreendimentos cooperativos, seja como agente de difusão da cultura cooperativista.
Na verdade, a contribuição da mulher no desenvolvimento de um empreendimento, seja ele cooperativo ou não, não está na representação percentual desta em um quadro social ou funcional. O sucesso do empreendimento está atrelado, principalmente, à maneira com que a empresa mescla homens e mulheres para atuarem em determinada área, aproveitando e combinando as melhores características de cada um.
Desta forma, ao se profissionalizar para atuar no mercado de trabalho não significa que a mulher deva perder sua identidade. O grande segredo está em desempenhar múltiplas funções no dia-a-dia e potencializar sua habilidade de lidar com grupos, suas emoções e conflitos no cotidiano das organizações, contribuindo para o equilíbrio da equipe.
Ainda que as mulheres não estejam diretamente ligadas às cooperativas, elas são as principais responsáveis pela administração social, cultural e econômica do núcleo familiar, influenciando, assim, nas decisões das atividades econômicas que proporcionam o sustento familiar.
Contudo, as mulheres precisam acreditar em seu desempenho político e social, e aproveitar do ambiente disponibilizado pelas características culturais da cooperativa, para atuarem ativamente em processos organizacionais. Assim, a cooperativa se tornará economicamente mais forte e politicamente influente, se mais mulheres forem envolvidas, efetivando o papel desse empreendimento enquanto agente de desenvolvimento.

Sequência de Pré-Assembleias


A Sicoob Credip buscando cumprir os artigos da Lei 5.764/71 e da Lei Complementar 130/2009 vem realizando suas pré-assembleias preparatórias para a Assembleia Geral Ordinária que será realizada no dia 19 de março às 08h00min. Essa preparação se iniciou no dia 22 de fevereiro na cidade de Nova Brasilândia D’Oeste, e desde então as reuniões vem obtendo ótima participação dos cooperados em todas as cidades onde a cooperativa possui seus PAC’s.
Abaixo você pode clicar no link e acessar as fotos das reuniões em cada cidade.
Chupinguaia
Espigão do Oeste
São Domingos
São Francisco
São Miguel
Alvorada do Oeste
São Felipe

Cooperativismo Primeiras Lições


7 maneiras de criar uma organização mais democrática: Os Princípios do Cooperativismo
Cooperar, crescer, ajudar, unir. Estas são palavras que comumente estão ligadas ao universo cooperativista. Em uma sociedade de pessoas onde o foco é a valorização humana, é de fundamental importância que os cooperados conheçam os princípios dessa doutrina. Derivados de algumas normas ditas a si mesmo, os Pioneiros de Rochdale (local onde fundou-se a primeira cooperativa do mundo), constituíram a essência para a criação dos princípios anos depois adotados pela ACI (Aliança Cooperativa Internacional). Vamos a eles:
1) Adesão voluntária e livre: A cooperativa deve aceitar toda e qualquer pessoa que esteja apta a contribuir com os objetivos do empreendimento. A associação deve acontecer de forma voluntária sem qualquer discriminação social, política, racial ou religiosa.
2) Gestão democrática pelos membros: Controladas pelos sócios, as cooperativas devem ser sociedades autogestionadas, permitindo o envolvimento do cooperado na criação de políticas e na tomada de decisão. Cada cooperado tem direito a um voto, independente de sua participação econômica na cooperativa;
3) Participação econômica pelos membros: são os cooperados que devem controlar democraticamente o capital de sua cooperativa. Vale lembrar que parte desse capital é propriedade comum das cooperativas. Comumente os cooperados recebem juros limitados (se houver) sobre o capital, como condição da parceria com o empreendimento. As sobras geradas são destinadas aos seguintes propósitos: desenvolvimento das cooperativas, possibilitando, assim, a formação de reservas, sendo que parte dessas pode ser indivisível (destinadas ao FATES e ao Fundo de Reserva); retorno aos cooperados proporcionalmente às suas transações com a cooperativa e por fim o apoio a outras atividades desde que aprovadas por todos.
4) Autonomia e Independência: o cooperado é responsável por suas atitudes frente ao empreendimento, porém, em acordo operacional, ou recebendo capital de origem externa (capital de terceiros), as cooperativas devem fazê-lo do modo mais democrático possível pelos sócios, mantendo sua autonomia.
5) Educação, formação e Informação: as cooperativas devem proporcionar educação e treinamento para seus cooperados, dirigentes eleitos, funcionários e administradores. Este processo visa contribuir efetivamente para seu próprio desenvolvimento, informando o público em geral, particularmente os jovens e os líderes formadores de opinião.
6) Intercooperação: todas as cooperativas devem atender a seus cooperados com eficiência, fortalecendo o movimento cooperativista, trabalhando juntas nos mais diversos ramos, quer seja pelas estruturas locais, nacionais e internacionais.
7) Interesse pela comunidade: o papel das cooperativas trabalham pelo e para o desenvolvimento sustentável de sua comunidade, através de políticas aprovadas por todos seus membros.
Estes princípios englobam os fundamentos que fazem das cooperativas um empreendimento de todos os seus associados, funcionários e parceiros. Cabe aos envolvidos exigir que os mesmos sejam aplicados no dia-a-dia, não sendo deixados de lado com o desenvolvimento da organização.
Por: Layon Cezar

Primeiras Lições

O Cooperado mais jovem


No dia 22 de setembro de 2010 ingressou no quadro social da Sicoob Credip o cooperado mais jovem, o garoto Vitor Gabriel De Almeida Montelo com apenas quatro meses de idade. A iniciativa partiu de sua mãe Nádia Maria que é colaboradora do PAC de Cacoal “eu o tornei cooperado porque queria fazer o plano futuro feliz para ele, pensando e planejando o seu futuro, também porque sou colaboradora, acredito na liquidez e admiro a forma de trabalho dessa cooperativa”. Além do Plano Futuro Feliz, o jovem Vitor Gabriel ainda possui sua Poupança Cooperada, Conta Corrente e Aplicações.

Iniciativas como estas são positivas e fortalecem cada vez mais a cooperativa, pois a entrada de jovens no quadro social é muito importante e fundamental para a sua continuidade, afinal entre os jovens de hoje certamente estarão os futuros conselheiros que darão continuidade aos negócios da Sicoob Credip.


O que é o Futuro Feliz?
É um produto oferecido pela Sicoob Credip, que tem por objetivo incentivar a Integralização constante de cotas de capital. Conscientizando o cooperado dos benefícios de investir agora na cooperativa e aproveitar os benefícios no futuro.
Como funciona?
O cooperado que tiver interesse em aderir ao Futuro Feliz deverá procurar o gerente em seu PAC e fazer a solicitação e assinar o contrato. E caso queira integralizar mensalmente uma determinada quantia o cooperado deverá assinar a autorização de débito que deverá ser renovado anualmente.
O cooperado que participa do Futuro Feliz terá direito ao saque de um percentual do seu capital mensalmente, após pelo menos 25 anos de participação no produto ou quando se aposentar por invalidez, tempo de serviço ou com 65 anos de idade.
Quais as vantagens?
Não possui taxa de adesão e manutenção;
Pode ser cancelado a qualquer momento;
As integralizações podem ser de valores variados (maior ou menor do que o previsto)
Benefícios
O cooperado cresce, pois é um ótimo investimento para seu capital;
A cooperativa cresce, pois o capital integralizado aumenta e contribui para o suporte das atividades financeira da instituição.

Curso Básico de Cooperativismo em Nova Brasilândia


A Sicoob Credip realizou no último sábado (26/02) na cidade de Nova Brasilândia do Oeste mais um curso de cooperativismo com a presença de 37 participantes atendendo cooperados, familiares, colaboradores e comunidade. O curso foi ministrado pela Alessandra Moura e pelo Paulo Siqueira, ambos colaboradores da cooperativa. Na oportunidade foram tratados diversos assuntos relativos ao cooperativismo, tais como: conceitos de cooperação e cooperativismo, histórico, princípios, ramos, direitos e deveres, estrutura organizacional, além das respostas aos vários questionamentos feitos pelos participantes.
Para Alessandra Moura – Gerente de Desenvolvimento Cooperativo – “cursos como este, oferecidos a cooperados e não-cooperados, são de fundamental importância para o sucesso do empreendimento cooperativo, uma vez que representam o ponto de partida para aproximação cooperativa – cooperado, e vice-versa. A SICOOB CREDIP acredita que, além da participação financeira do cooperado como forma de capitalização do negócio, deve existir participação política a fim de efetivar a gestão democrática e participativa do empreendimento. A Educação Cooperativista é, sem dúvida, o pilar de sustentação do desenvolvimento da cooperativa a partir do momento em que se torna uma prática efetiva em nosso cotidiano”.
Veja as fotos do curso, clique aqui.

Cooperativismo Primeiras Lições


Dupla dimensão da cooperativa: Econômica X Social
Uma empresa diferenciada, que oferece suporte aos clientes e que valoriza a união humana. Afinal, qual a grande diferença das cooperativas para as demais empresas? Tal questionamento torna-se freqüente na mente de muitas pessoas, uma vez que não observamos grandes explicações a respeito. Essa falta de conhecimento configura como um grande entrave para o atual cenário do cooperativismo brasileiro. Muitos, por exemplo, desconhecem as particularidades das cooperativas de crédito assemelhando-as aos bancos. Desse modo é de extrema importância para a criação de uma política organizacional sólida com princípios e valores cooperativos, entender qual o real papel das cooperativas. Como é possível um empreendimento que possui um quadro funcional, comercialização e prestação de serviços, não objetivar lucro?
As cooperativas são organizações sem fins lucrativos, constituída formalmente por sociedade de pessoas e não de capital como as demais empresas. Possuem uma legislação específica (lei nº 5764/71) e trabalham na prestação de serviços a seus cooperados. Toda e qualquer cooperativa deve atentar-se para a dupla dimensão econômica e social. Atentando para o lado econômico, pode-se dizer que as cooperativas não objetivam lucro, mas realizam atividades econômicas que cedem garantias para a manutenção dos serviços de seus funcionários e parceiros, chamados de stakeholders. As operações realizadas com cooperados e outras cooperativas são denominadas de ato cooperativo e as operações realizadas com não cooperados e outras organizações sem o formato organizacional de cooperativas, denominam-se ato não cooperativo.
Constituído nos moldes do socialismo em que a administração dos meios de produção e distribuição de bens e sociedade é caracterizada pela igualdade de oportunidades para todos os indivíduos, o cooperativismo é uma doutrina extremamente voltada para atender à sociedade. As cooperativas, produto desse meio, devem primordialmente concentrar em seu lado social, logicamente não se esquecendo de seu lado econômico. A razão de ser deste empreendimento é o interesse que a mesma promove à sociedade envolvida, atendendo seus anseios e projetos, promovendo o bem estar social e condições mais justas de sobrevivência.
Hoje em meio a um mercado extremamente competitivo, onde o desafio das multinacionais é conquistar cada vez mais mercados e conseqüentemente maiores receitas, o papel das cooperativas pode ser considerado, por muitos, como algo difícil de vigorar e manter-se. Realmente é inegável assumir que há muitas cooperativas que perdem seu caráter organizacional, esquecem de seus valores e acabam por assimilar-se ao modelo capitalista, mas esse não é o objetivo. Ao pleno desenvolvimento de uma cooperativa ela juntamente com seus cooperados, devem encontrar a maneira mais fácil de promover o equilíbrio entre seu papel econômico e seu dever social.
Por: Layon Cezar

Primeiras Lições

A identificação de papéis dos cooperados


A cooperativa, enquanto empreendimento democraticamente gerido, tem o cooperado como principal sujeito de suas atividades e desenvolve, ao mesmo tempo, três diferentes papéis no cotidiano desta: dono, cliente e fornecedor. Para tanto, além de benefícios, o cooperado possui diferentes responsabilidades a partir do papel desempenhado por este.
Enquanto dono, o cooperado deve zelar pela segurança, estabilidade econômica e posicionamento do empreendimento perante o mercado. Além disso, participar da formação do capital (através de integralização de quotas partes), investir na ampliação do negócio, bem como atuar coletivamente para a tomada de decisões.
Como cliente, o cooperado deve utilizar de produtos e serviços oferecidos pela cooperativa, exigindo qualidade, preços acessíveis e bom atendimento. E, ainda, aproveitar dos recursos disponíveis para investir em seu ramo de trabalho.
Já ao assumir o papel de fornecedor, o cooperado presta serviços com ética e profissionalismo e deve estar apto a atender aos requisitos e demandas da cooperativa, fornecendo produtos e serviços de qualidade.
A excelência da cooperativa está diretamente ligada ao cooperado, uma vez que é a atuação simultânea e equilibrada nestes papéis que irá definir o sucesso do empreendimento cooperativo. No entanto, na maioria das vezes, o cooperado não tem consciência da real contribuição que este pode ter na cooperativa e, conseqüentemente, não tem desempenhado seus papéis.
Sendo assim, a Educação Cooperativa se apresenta como o principal pilar responsável por promover a consciente atuação do cooperado. Cabe aos líderes, que se encontram a frente do negócio, definir as metodologias que poderão ser utilizadas para a prática eficiente da mesma.
Por: Alessandra Moura

Cooperativismo primeiras lições


A responsabilidade e a autogestão em cooperativas

Segundo o dicionário Brasileiro Globo, responsabilidade é a qualidade do que é responsável; obrigação de responder por certos atos, próprios ou de outrem, ou seja, a capacidade de responder suas próprias ações. Neste sentido, adotamos o mesmo para designar as atribuições à cooperativa. Todo e qualquer cooperado deve ser responsável por suas atividades e pelas decisões tomadas pela diretoria. Seu voto e sua decisão é que mobilizará a diretoria a agir em prol do desenvolvimento social. Vale ressaltar ainda que a responsabilidade das eventuais sobras e ou perdas são dos cooperados. A gestão democrática no qual estão inseridos no empreendimento deve fazer valer neste processo de tomada de decisão.
Comumente chamada de autogestão, esse modelo de gestão tem como foco a autonomia e a coletividade dos membros da cooperativa. Eles devem ser capazes sobre os destinos, os processos e os resultados do trabalho. Esta prática visa não somente uma gestão eficaz, mas a eliminação da hierarquia presente em outros tipos de sociedades. Nas sociedades cooperativas, a Assembléia Geral deve representar o órgão supremo da cooperativa. Nela fazem-se presentes, todos os cooperados em pleno gozo de seus direitos. A democracia deve estar em uso não só como um valor, mas como uma prática adotada por todos e com absolutamente todos os públicos do empreendimento.
Ao se tornar cooperado, o mesmo deve estar ciente de que ele é o grande responsável por tudo que acontece e tudo que irá acontecer com a cooperativa. Ele não deve acomodar-se e deixar que os dirigentes resolvam e decidam por ele. Ainda que se trate de uma cooperativa de grande porte onde as assembléias são representadas por delegados . Neste caso, as decisões devem ser tomadas nas pré-assembléias convocadas com antecedência e devidamente divulgadas entre todos. São nas pré-assembléias que o cooperado tem o direito e o dever de comunicar a seu representante (delegado) suas principais reivindicações e sugestões. Dessa forma o delegado representará todos os cooperados de sua região em todas as assembléias que a cooperativa realizar.
O cooperado deve entender também suas limitações. Ainda que ele responda pelas ações da cooperativa, ele é responsável por eleger os representantes legais. Uma vez eleito, os dirigentes são os portadores da voz de seus cooperados e não devem permitir que os mesmos interfiram com falta de profissionalismo, ética e desonestidade. Também, não devem permitir que os cooperados se revoltem contra os objetivos da cooperativa. A cooperativa representa um projeto de construção coletiva, formalizada em um empreendimento de responsabilidade de todos. Cabe a cada um exercer seus deveres agindo a favor da autogestão que o grande diferencial.
Por: Layon Cezar

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Tal situação acontece nos seguintes casos:
a) quando o número de associados exceder a 3000 ( §2º, art. 42, Lei 5764/71, com redação dada pela Lei 6.931, de 30/03/1982).
b) quando existir filiados residindo a mais de 50 Km da sede (§4º, art. 42, Lei 5764/71).

Primeiras Lições